Santo Expedito, que foi levado à
morte a 19 de Abril de 303, sob o poder de Deocleciano. Na época, o Imperador
parecia oferecer aos cristãos garantias de benevolência, pois havia em seu
palácio a liberdade de religião, sendo, inclusive, sua esposa Prisca e sua
filha Valéria, cristãs, ou ao menos, catecumenas.
Mas sob as influências de Galero,
seu genro, pagão convicto, determinou a perseguição dos cristãos, ordenando a
destruição de igrejas e livros sagrados, a cessação das assembleias cristãs e a
abjuração de todos os cristãos.
Galero, sempre incitado por sua mãe, também pagã, queria abolir para sempre o Cristianismo e através de insinuações maldosas e hábeis calúnias, fez crer a Deocleciano, que o cristianismo conspirava de várias formas contra a augusta pessoa do imperador.
Galero, sempre incitado por sua mãe, também pagã, queria abolir para sempre o Cristianismo e através de insinuações maldosas e hábeis calúnias, fez crer a Deocleciano, que o cristianismo conspirava de várias formas contra a augusta pessoa do imperador.
Deocleciano, então, empreendeu a
exterminação sistemática dos cristãos, envolvendo, inclusive, os membros de sua
própria família e os servidores de seu palácio. Foi uma hecatombe sangrenta:
oficiais, magistrados, o bispo da Nicomédia (Antino), padres, diáconos, simples
fiéis foram assassinados ou afogados em massa.
Somente em 324, com a retomada da
autoridade do imperador cristão Constantino, foi que tiveram fim as terríveis
perseguições que durante três séculos tinham ensanguentado a Igreja.